segunda-feira, 2 de maio de 2011

DE tempos em tempos

Foi-se o tempo em que para ser feliz bastava ter dinheiro, posição social, um carro grandão na garagem, algumas mulheres bonitas interessadas em passear neste carrão e aquele ar de "não tô nem para os problemas do mundo". O que se vê agora são pessoas cheias de dinheiro, com uma razoável posição social, com aquele belo carro, cheio de acessórios tentando atrair mulheres bonitas, mas, extremamente, preocupadas com o futuro que se desenha sem aquela luz no fim do túnel. E o mais estranho é ver que entre estes novos seres, estressados, preocupados e cada vez mais autodestruidores encontram-se, ainda, uns que acreditam estarem fazendo a coisa certa, como: ignorar a destruição do planeta, o excesso de sacolas plásticas, o desperdício da água, o buracão na camada de ozônio. Pelo amor de Deus! Para onde vamos? Eu respondo: vamos para o fundo do poço sem fundo. Sabe onde fica? Pois é. Gente! Passou da hora. Vamos dar um jeito de salvar nosso mundo, ainda que seja, somente para nossos netos e outros que virão porque depois, não adiantará chorar sobre o uisque derramado.

Nenhum comentário: